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Mostrando postagens de Julho 18, 2010

Brasil tem 3º pior índice de desigualdade no mundo

JC Online Publicado em 23.07.2010, às 20h32 O Brasil tem o terceiro pior índice de desigualdade no mundo e, apesar do aumento dos gastos sociais nos últimos dez anos, apresenta uma baixa mobilidade social e educacional entre gerações. Os dados estão no primeiro relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) sobre América Latina e Caribe. Segundo o estudo, a região é a mais desigual do mundo. "A desigualdade de rendimentos, educação, saúde e outros indicadores persiste de uma geração à outra, e se apresenta num contexto de baixa mobilidade socioeconômica", diz o estudo do órgão da ONU, concluído neste mês. Entre os 15 países com maior diferença de renda entre ricos e pobres, dez estão na América Latina e Caribe. Na região, o Brasil empata com Equador e só perde para Bolívia e Haiti em relação à pior distribuição de renda. Quando outros continentes são incluídos, a Bolívia ganha a companhia de Madagáscar e Camarões no primeiro lugar, e o Haiti tem

IRRESPONSABILIDADE DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DE PERNAMBUCO

Olhem o que a Secretaria de Educação de Pernambuco disse sobre o inaceitável episódio do assassinato de estudante em plena unidade educadional: Perto da polícia, longe da paz Publicado em 24.07.2010 Estudante foi assassinado dentro de unidade que funciona ao lado de delegacia, em Jaboatão Velho. Força-Tarefa atribui o crime a dívidas de drogas A Escola Estadual Bernardo Vieira, em Jaboatão Velho, Região Metropolitana do Recife, está localizada na principal via do bairro e é vizinha da delegacia local. Apesar disso, às 19h de anteontem, foi invadida por um homem armado que matou com três tiros o estudante Ricardo Daniel Cabral, 17 anos, aluno da 8ª série. O jovem conversava com os colegas de classe no pátio do colégio, quando o desconhecido chegou e disparou à queima-roupa. A Força-Tarefa de Homicídios registrou o caso e atribuiu o crime a dívidas de drogas. Ontem pela manhã, a escola permaneceu fechada. O portão estava trancado com um cadeado e a diretora se recusou a falar com a

TAXAS DE HOMICÍDIOS MUNICÍPIOS PERNAMBUCANOS

Taxa média de homicídios por AF - 2005-2007 Municípios pernambucanos entre as 50 mais violentas (ranking CNM) 1. Recife: 75,9 2. Cabo: 73,6 3. Jaboatão: 69,7 4. Rio Formoso: 69,6 5. Itapissuma: 69,3 6. Goiana: 60 7. Amaraji: 57,6 8. Ribeirão: 54,2 9. Olinda: 54,2 10. Limoeiro: 53,4 11. Igarassu: 52,1 12. Jupi: 51,9 13. Caruaru: 51.6 FONTE: PESQUISA CNM HOMICÍDIOS ARMA DE FOGO Dados: SIM/DATASUS. Cálculo CNM (2010)

A BAHIA FOI O ESTADO ONDE AS TAXAS DE HOMICÍDIOS POR ARMA DE FOGO MAIS CRESCERAM NO BRASIL

BAHIA 1999 = 4.1 HPCMH 2008 = 25.9 HPCMH + 540% REDUZIRAM AS TAXAS EM MAIS DE 15% PERNAMBUCO > 1999 = 47,4 - 2008 = 38,8 = -18% RIO DE JANEIRO> 1999 = 43,5 - 2008 = 23,9 = -45% RONDÔNIA> 1999 = 25 - 2008 = 17,9 = -29% SÃO PAULO> 1999 = 22,5 - 2008 = 9,4 = -58%

PESQUISA APONTA PARA DECRÉSCIMO EM MORTES POR AGRESSÃO PRATICADAS POR ARMA DE FOGO EM PERNAMBUCO

» PESQUISA NACIONAL Menos mortes por arma de fogo Publicado em 23.07.2010 Confederação Nacional dos Municípios aponta que, entre 1999 e 2008, percentual de vítimas de disparos caiu 8,3% no Estado. No País, aumentou 13,8% Pesquisa divulgada pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) mostra que Pernambuco vai na contramão do Brasil no combate aos homicídios praticados com armas de fogo. Enquanto no País, o percentual de vítimas de disparos, dentro do total de assassinatos, cresceu 13,8% entre 1999 e 2008, em Pernambuco esse índice caiu 8,3%, no mesmo período. O estudo afasta a crença de que o Estatuto do Desarmamento, que proibiu a venda de armas de fogo em todo o País a partir de 2003, teria diminuído a proporção de execuções a tiros. “Esses dados são alarmantes. O crescimento do tráfico ilegal e o fácil acesso às armas indicam a importância de qualificar e avançar nos debates sobre violência e segurança pública, principalmente nos municípios. O Brasil permanece no grupo de país

Graças a pessoas como Serra, Dilma e Marina, o país vive uma democracia

O uso do cachimbo pode entortar a boca Por Maria Inês Nassif, no Valor Econômico A incorporação do discurso udenista ao arsenal dos candidatos à Presidência é tão velha quanto a relativamente nova democracia brasileira. Aliás, até mais velha. O padrão da UDN, criada em 1945 e extinta em 1965 pela ditadura militar que ajudou a implantar, tem interditado o debate político desde a redemocratização, em 1985. Em 2010, 35 anos após a sua extinção, ainda é o padrão de discurso oposicionista. 55 anos depois de sua criação, com uma ditadura de 21 anos no meio, volta invariavelmente em períodos eleitorais. O PT cumpriu seu destino de oposição udenista de 1989 a 2002, quando, enfim, tornou-se governo pelo voto direto. No caso, prevaleceu o discurso moral. A partir de 2003, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assumiu o governo, os partidos excluídos do poder assumiram, eles próprios, o udenismo como padrão de comportamento oposicionista. Trazido das eleições anteriores, o uden

CONVITE

Vídeo oficial da visita de Jarbas Vasconcelos e José Serra as cidades de Caruaru e Gravatá

http://www.youtube.com/watch?v=EufUQJ3dNhM&feature=youtu.be

Virtude ou fortuna?

Publicado em 20.07.2010 (Jornal do Commercio) José Maria Nóbrega josemarianobrega.blogspot.com Às vésperas das eleições, um fato me chamou atenção: o constrangimento dos candidatos majoritários em serem ricos. Ou seja, ser rico é sinônimo de “explorador”, de quem tem vida boa e por isso não sabe o que um pobre necessita e sente. Coisas do tipo. Como se tendo atestado de pobreza o condicionasse a ser um bom gestor público! Que cultura é essa que enxerga na riqueza um caráter de desqualificação política? Isso é típico de países com cultura ibérica e católica que enxergam negativamente o acúmulo econômico adquirido pelo trabalho e pela atividade financeira. Já a cultura de países como os Estados Unidos e a Inglaterra a riqueza individual - exemplificada no self-made man rockefelleriano - é vista de forma positiva e até elogiável. Sérgio Xavier, candidato a governador pelo Partido Verde, divulgou seu patrimônio ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sendo o maior dentre os candidatos à

Uma mulher é morta a cada duas horas

Publicado em 18.07.2010 Números deixam Brasil no 12º lugar no ranking de homicídios femininos. Maioria das vítimas tem de 18 a 30 anos, faixa etária de Eliza Samudio Tatiana Farah Agência O Globo SÃO PAULO – Uma mulher é assassinada a cada duas horas no Brasil, deixando o País em 12º no ranking mundial de homicídios de mulheres. A maioria das vítimas é morta por parentes, maridos, namorados, ex-companheiros ou homens que foram rejeitados por elas. Segundo o Mapa da Violência 2010, do Instituto Sangari, 40% dessas mulheres têm entre 18 e 30 anos, a mesma faixa de idade de Eliza Samudio, 25 anos, que teria sido morta a mando do goleiro Bruno Fernandes. Entre 1997 e 2007, 41.532 meninas e adultas foram assassinadas, segundo o Mapa da Violência 2010, estudo dos homicídios feito com base nos dados do Sistema Único de Saúde (SUS). A média brasileira é de 3,9 mortes por 100 mil habitantes e o Estado mais violento para as mulheres é o Espírito Santo, com um índice de 10,3 mortes. Dados d