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Mostrando postagens de Março 25, 2012

A UNODC afirma em estudo que o desenvolvimento tem relação com a diminuição da violência. Para o Nordeste brasileiro isto não ocorre.

Estudo do UNODC mostra que partes das Américas e da África registram os maiores índices de homicídios 06 de outubro de 2011 - O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) lançou hoje o seu primeiro Estudo Global sobre Homicídios. O Estudo mostra que jovens do sexo masculino, principalmente nas Américas Central e do Sul, Caribe, e África central e do sul, estão mais expostos aos riscos de serem vítimas de homicídio intencional. Já as mulheres correm mais riscos de serem assassinadas por violência doméstica. Existem evidências de aumento dos índices de homicídios na América Central e Caribe, que estão "próximos a um ponto de crise", de acordo com o Estudo. Nas duas regiões, as armas de fogo são as responsáveis pelas crescentes taxas de homicídios, onde quase três quartos de todos os homicídios são cometidos com armas de fogo, em comparação com índice de 21 por cento na Europa. Os homens enfrentam riscos muito mais altos de sofrer uma morte violenta (11.9 por cent

E A SOCIEDADE? NÃO TEM RESPONSABILIDADE ALGUMA?

[a polícia não pode estar em todos os lugares, a polícia sozinha não resolverá o problema da violência no país] Folha sp Polícia se exime, e promotor culpa lei VIOLÊNCIA Major afirma que corporação não pode deixar cidade descoberta para vigiar organizadas DE SÃO PAULO A polícia avalia que não houve falhas, mas seu serviço de inteligência não detectou o agendamento do confronto na internet. O Ministério Público diz que a legislação é antiga e frouxa. Ambos pedem mudanças. Mas aparentemente ninguém sabe ao certo o que fazer para impedir mortes no futebol. "Não podemos prejudicar o policiamento ordinário da cidade em detrimento a um evento esportivo", afirmou o major Marcel Soffner, porta-voz da Polícia Militar de São Paulo. "A coisa ali [a briga] não foi brincadeira, não. A coisa ali foi complicada." Ontem, um policial declarou que estava próximo e que praticamente assistiu à briga. Soffner defendeu a corporação. "Ele [o policial] era um nas viaturas que estav

Relação civil-militar no Brasil: um tema ainda não superado II

Excluída de fundo, previdência militar custa 50% do PAC Pensões e benefícios pagos às Forças deixam rombo de R$ 22 bi em 2011, mas governo não quis lidar com setor ao criar Funpresp EDUARDO BRESCIANI / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo Em ofensiva para tentar conter o rombo da previdência do setor público, o governo federal deixou de fora o déficit causado pelos benefícios concedidos aos militares. A previdência das Forças Armadas provocou em 2011 um rombo de R$ 22 bilhões - igual à metade do volume orçamentário destinado ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e mais de um terço do déficit de R$ 60 bilhões registrado pela previdência do setor público. Mesmo assim, o projeto de fundo de previdência complementar em tramitação no Congresso não abrange as Forças Armadas e não há nenhuma movimentação do Executivo para enquadrar a tropa. Aprovada na Câmara, a criação do Funpresp aguarda análise do Senado. A exclusão dos militares tem criado dificuldade para parlamentares go