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Mostrando postagens de Fevereiro 13, 2011

"Todo dia explodem um caixa em Pernambuco. Parece terra de ninguém”

» EXPLOSÕES DE CAIXAS Gangue da bomba sem controle Publicado em 18.02.2011, Jornal do Commercio http://jc3.uol.com.br/jornal/2011/02/18/not_412692.php Polícia não consegue conter onda de ações contra terminais. O mais novo caso do ano ocorreu em Vicência, na Mata Norte, onde banco ficou destruído VICÊNCIA – Mudança do delegado-titular de Roubos e Furtos, reforço no número de investigadores, criação de um grupo especial de trabalho para acompanhar os casos de arrombamento de caixas eletrônicos e ainda uma campanha em parceria com o Disque-Denúncia. Mas o drible dos criminosos na polícia continua. Até agora, nada disso foi suficiente para barrar as recorrentes investidas contra agências bancárias e explosões contra terminais eletrônicos de autoatendimento. A mais nova ação ocorreu, na madrugada de ontem, na única agência do Banco do Brasil do município de Vicência, na Zona da Mata Norte de Pernambuco. A carga de explosivo foi tão forte que uma parte da agência ficou destruída.

O QUANTO DE CORRUPÇÃO UMA DEMOCRACIA TOLERA?

Recebi de Jorge Zaverucha O Estado de S. Paulo 18 fev 2011 Complexo do Alemão, Serra Pelada Fernando Gabeira A tomada do Complexo do Alemão foi uma grande vitória da polícia do Rio de Janeiro contra traficantes de droga. Ela representou uma libertação para os moradores que viviam sob o jugo do crime. E foi conquistada sem carnificina. Dados inegáveis. Existem uma operação real e uma narrativa. Sem questionar o mérito da operação real, tentamos colocar algumas perguntas no momento da euforia vitoriosa. A história mostra que momentos como esse são péssimos para quem tem o hábito de perguntar. A pessoa aparece como se fosse negativa, ou mesmo invejosa, diante da trajetória resplandecente dos triunfantes. Recomenda-se, nessas ocasiões, a tática oriental contida no exemplo do pequeno arbusto que se curva para que a ventania passe. A ventania passou e é hora de questionar não a tomada do Complexo do Alemão, mas a narrativa que a apresentou como uma vitória da civilização contra a b

MATÉRIA PUBLICADA EM JORNAL DE SERGIPE

14/02/2011 - 08:36 Cresce número de homicídios em SE Pesquisa da UFCG revela que aumento do efetivo policial não ajudou a reduzir a quantidade de assassinatos. -------------------------------------------------------------------------------- JornaldaCidade.Net Edjane Oliveira/ Da Equipe JC O número de homicídios em Sergipe aumentou 134% entre os anos de 1996 e 2008. Foi o que constatou a pesquisa realizada pelo professor de Ciência Política da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) José Maria Nóbrega Júnior, que é doutor em Ciência Política pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O resultado do estudo, intitulado “Os homicídios no Nordeste Brasileiro”, Em 1996, foram registrados em Sergipe 238 homicídios. Enquanto que em 2008, o número saltou para 554. A pesquisa mostrou que, mesmo tendo havido uma redução no número de mortes por agressão no país nos últimos anos, no Nordeste isso não tem acontecido. Pelo contrário, a região é a mais violenta, tanto em números abso

A POLÍCIA QUE ENVERGONHA 2

Folha de S. Paulo 17 fevereiro 2011 JANIO DE FREITAS O feito das polícias -------------------------------------------------------------------------------- A percepção da insegurança só pode ser muito localizada; a noção de que crimes violentos e corrupção avançam pelo país fica nebulosa -------------------------------------------------------------------------------- ENQUANTO A TOMADA do Complexo do Alemão empolgava o país com as glorificações disseminadas pela TV e pela imprensa, muitos dos louvados ocupantes policiais e militares do Exército, sabe-se ou confirma-se agora, tratavam de saquear e assaltar casas e moradores invadidos. A constatação foi poupada das repercussões merecidas, mas tal fraqueza jornalística teve efeito positivo, ainda que não previsto: evitou que perdessem a confiança da opinião pública as operações de bastante êxito técnico e social, como as realizadas em várias favelas e no Alemão mesmo. Para complementar o efeito positivo, um adendo contraditóri

A POLÍCIA QUE ENVERGONHA

Governador afasta oito PMs acusados de abuso Publicado em 16.02.2011, Jornal do Commercio Eduardo Campos determinou punição para militares que teriam torturado jovens no Centro, um dia após o secretário Wilson Damázio ter garantido que eles permaneceriam nas ruas João Valadares jotavaladares@gmail.com Após duas semanas de silêncio diante das recorrentes denúncias de abuso policial, inclusive com comunicação internacional à Organização das Nações Unidas (ONU), o governador Eduardo Campos determinou, na manhã de ontem, o afastamento dos oito policiais militares investigados por espancamento, tortura com choque e tentativa de obrigar três flanelinhas, na quinta-feira, a fazer sexo oral neles. Também ordenou que os denunciantes e os familiares sejam incluídos em programas de proteção a testemunha. Com uma fala dura, na base do doa em quem doer, Eduardo Campos deixou claro que, de agora em diante, a postura será essa. Em 14 dias, depois dos relatos de violação dos direitos humanos pub

MINICURSO: ESTUDOS SOBRE VIOLÊNCIA NAS CIÊNCIAS SOCIAIS

A 1a semana interdisciplinar do Centro de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido (CDSA/UFCG), campus de Sumé, terá palestras, mesas redondas e minicursos. O minicurso abaixo será ministrado no dia 17.02.11, das 14 às 18 horas. Os estudos da violência, do crime e das políticas públicas em segurança na Ciência Política Professor Doutor José Maria Nóbrega Jr. CDSA/UAEDUC Ementa: Ciência Política como área de estudos sobre violência, criminalidade, políticas públicas em segurança e instituições; O que diz a Literatura das Ciências Sociais, Nacional e Internacional; Os principais conceitos sobre delinquência e comportamento desviante; O poder explicativo da Escolha Racional (Rational Choice); O neo-institucionalismo e os estudos sobre Segurança Pública; Estatísticas e métodos de análise. Objetivos: introduzir o estudante nos estudos sobre a violência, a criminalidade e o papel das instituições coercitivas, observando a dinâmica da violência e da criminalidade homicida, a relação do