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Mostrando postagens de Novembro 20, 2011

Relações civis - militares no Egito

Manifestantes querem renúncia de militares antes de eleições no Egito DA EFE DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS Faltando três dias para a realização da primeira fase das eleições legislativas no Egito, os revolucionários da praça Tahrir continuam desconfiados do pleito organizado pela junta militar e esperam que uma possível consulta popular seja realizada somente após o poder passar para uma autoridade civil. A prioridade dos manifestantes é a renúncia dos dirigentes militares, que, segundo eles mesmos, ficaram "desmascarados" com suas tentativas de permanência no poder, assim como pelo "continuísmo" com o regime do ex-presidente Hosni Mubarak, que renunciou no dia 11 de fevereiro. "Não é o momento, as eleições devem ser adiadas", disse o ativista Ahmed Abu Khalil, que teme a participação dos chamados "fulul" (remanescentes do dissolvido partido de Mubarak). A falta de segurança por conta dos "baltaguiya", os pistoleiros do antigo regime,

Especialistas analisam a questão da violência na Paraíba

Jornal da Paraíba (on line) Michelle Scarione Os dados sobre a violência na Paraíba, divulgados na última quarta-feira, pelo Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, conforme especialistas, são decorrentes da falta de políticas públicas concretas implantadas na área de segurança pública do Estado. De acordo com o estudo, a Paraíba ocupa a segunda colocação no ranking nacional de violência, em número de homicídios dolosos. No ano passado, o Estado registrou 1.438 assassinatos. O professor José Maria Nóbrega, cientista político e coordenador do Centro de Referência de Direitos Humanos do Cariri do Estado, explicou que a violência na Paraíba tem crescido de forma linear e contínua. Para ele, a crescente violência é resultado da fragilidade de políticas públicas em segurança no Estado, somado ao crescimento econômico e melhorias nas condições financeiras da população, o que potencializou o consumo de álcool. Outro fator apontado pelo professor que pode ter influenciado no au

Nordeste vive explosão de roubo e morte

Estados da região têm mais de 30 assassinatos/100 mil habitantes e taxas recordes de outros crimes, segundo Anuário da Segurança O Estado de S.Paulo O aumento da renda e o desenvolvimento da economia nordestina na última década vieram acompanhados do aumento generalizado da violência na região. Além de liderar o ranking dos assassinatos, Estados do Nordeste passaram a ocupar a dianteira também nos casos de roubos. Os resultados estão no Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgado ontem, feito em parceria com o Ministério da Justiça com base nas informações de 2010 das Secretarias Estaduais de Segurança. Dos dez Estados brasileiros com taxas de homicídio acima de 30 casos por 100 mil habitantes, seis estão no Nordeste. Nos três primeiros lugares estão Alagoas (68,2), Paraíba (38,2) e Pernambuco (36,4). A quinta posição fica com Sergipe (33,8), a sétima com a Bahia (31,7) e a nona com o Ceará (31,2). "Os jovens são as maiores vítimas dos homicídios porque entram

Corregedoria apura enriquecimento de 62 juízes sob suspeita

Folha de São Paulo Órgão do Conselho Nacional de Justiça amplia alcance de investigações contra acusados de vender sentenças Corregedores têm apoio de órgãos federais para examinar declarações de bens e informações de contas bancárias FREDERICO VASCONCELOS DE SÃO PAULO O principal órgão encarregado de fiscalizar o Poder Judiciário decidiu examinar com mais atenção o patrimônio pessoal de juízes acusados de vender sentenças e enriquecer ilicitamente. A Corregedoria Nacional de Justiça, órgão ligado ao Conselho Nacional de Justiça, está fazendo um levantamento sigiloso sobre o patrimônio de 62 juízes atualmente sob investigação. O trabalho amplia de forma significativa o alcance das investigações conduzidas pelos corregedores do CNJ, cuja atuação se tornou objeto de grande controvérsia nos últimos meses. Associações de juízes acusaram o CNJ de abusar dos seus poderes e recorreram ao Supremo Tribunal Federal para impor limites à sua atuação. O Supremo ainda não decidiu a questão.