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Mostrando postagens de Novembro 15, 2009

República brasileira: paradoxos, avanços e retrocessos

Por José Maria Nóbrega Jr. Historiador e cientista político Em 15 de novembro de 1889 os militares golpearam o Império instalando no Brasil a República Velha. Mudança de regime o qual estamos comemorando 120 anos de acontecido. Naquele período o Brasil saiu de um regime político estável para uma República Oligárquica organizada, centralizada e esquematizada para uma elite agrária conservadora. A cidadania não se fez, apesar de aspectos liberais na Constituição de 1891. Os primeiros anos da República “caduca” foram de total controle dos militares, posteriormente, até o golpe de Vargas sobre o governo de Washington Luís, a coisa pública brasileira era a coisa pública dos cafeicultores paulistas. A Revolução de 1930 instalou no Brasil mais um regime híbrido, com características autoritárias fortes em seu bojo. O Estado Novo em 1937 instituiu a Constituição “Polaca” com forte controle dos direitos dos cidadãos brasileiros, pouco se fazendo para consolidar o Estado Democrático de Direito

Insegurança pressiona governos latinos

À diferença de índices sociais, violência piora; com 8% da população, América Latina tem 33% dos homicídios do mundo Da Argentina à Venezuela, desempenho na área é desaprovado; delinquência é considerada o principal problema nesses países FLÁVIA MARREIRO THIAGO GUIMARÃES DA REPORTAGEM LOCAL Folha de São Paulo, 15 de novembro de 2009 Na contramão da reativação econômica e da redução da pobreza na última década, os índices de violência na América do Sul não cederam ou pioraram. A insegurança crescente contamina a agenda política da região, colocando os governos de centro-esquerda contra as cordas e dando fôlego às oposições.Da Argentina ao Equador e também na Venezuela, a insegurança já supera os problemas econômicos como a principal preocupação da população. Os números são eloquentes: com apenas 8% da população mundial, a América Latina e o Caribe respondem por um terço dos homicídios e mais de 50% dos sequestros mundiais.Nos oito países da América do Sul (Argentina, Brasil, Chile,