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Mostrando postagens de Fevereiro 24, 2013

III Seminário Internacional do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia InEAC - UFF

Entre os dias 25 de fevereiro e 1 de março de 2013 está sendo realizado o III Seminário do InEAC - Instituto de Estudos Comparados de Instituições de Administração de Conflitos, um INCT do Cnpq o qual estou vinculado como pesquisador. Nestes dias várias atividades foram e estão sendo realizadas no âmbito do campus da UFF em Gragoatá, Niterói, Rio de Janeiro. Mesas redondas, palestras, oficinas, fóruns e exposição de pôsters dos pesquisadores, professores e alunos ligados ao instituto ou aos temas e projetos vinculados ao InEAC, todos tratando das instituições responsáveis pela administração e/ou controle dos conflitos sociais, estão sendo expostos para a comunidade acadêmica. A maioria dos pesquisadores é formada em Antropologia e seus trabalhos seguem a metodologia adotada nesta disciplina das Ciências Sociais. Contudo, há trabalhos de pessoas da Sociologia e, em menor grau, da Ciência Política, como é o meu caso. A ligação do NEVU (Núcleo de Estudos da Violência da UFCG)

‘Polícias competem em vez de partilhar dados’, diz antropólogo

Especialista acredita que policiais confundem atividade de inteligência com espionagem O Globo - Publicado: 21/02/13 - 23h56   Atualizado: 22/02/13 - 0h03 RIO — Antropólogo com doutorado em segurança pública em Harvard e professor da UFF, Roberto Kant diz que os policiais não dividem as informações. Por que o setor de inteligência da polícia tem falhado tanto na repressão ao crime no Rio, como aconteceu na Mangueira? Há vários fatores. O principal, na minha opinião, é que os policiais confundem atividade de inteligência com espionagem. Inteligência não é espionar cidadão. Os policiais atuam de forma particularizada, obscura, tratando conhecimento como mercadoria política. Além disso, não há protocolo na atividade e nem transparência nas ações do setor. Como a inteligência deveria se comportar nas favelas pacificadas? Ela precisa focar na eficiência, na difusão dos dados, na transparência, e não no segredo. O policial não pode tratar a informação