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Mostrando postagens de Julho 17, 2011

Democracia, crime, violência e tráfico de drogas: qual o papel do Estado?

Por José Maria Nóbrega – Cientista Político e Professor da UFCG A democracia pressupõe liberalismo. Este pressupõe direitos civis. Crime e violência crescentes e epidêmicos ferem os direitos civis. Dessa forma, sem o componente liberal não há democracia. Muitos teóricos focam suas análises na perspectiva procedimental da democracia. Ou seja, se há eleições periódicas e a maioria da população tem acesso a escolha dos governantes, temos aí uma democracia funcionando, não obstante uma gama expressiva da população ter negado o acesso à justiça e esta ser extremamente lenta e ineficaz. O crime e a violência no Brasil, em específico no Nordeste, vêm num ritmo de crescimento acelerado mesmo o país atravessando bons momentos de desenvolvimento econômico e de maior equilíbrio social. Desde as reformas econômicas no governo de Itamar Franco com a introdução do Plano Real para a estabilidade econômica do país, o Nordeste atravessa um período de melhoria em suas reais condições socioeconômicas.

OBSERVADOR POLÍTICO

Fernando Henrique Cardoso abre espaço na internet para os cidadãos brasileiros discutirem política. Entrem no link do site http://www.observadorpolitico.org.br/ , veja o vídeo do ex-presidente, olhe, opine, discuta, critique, não fique parado. O espaço não é partidário, é um espaço de debate em todas as esferas ideológicas. José Maria Nóbrega Cientista Político e Professor da UFCG

OS EXCESSOS DO ESTADO

Os riscos do totalitarismo regulatório Por Alexandre Santos de Aragão A vida em sociedade implica naturalmente restrições à liberdade. São inúmeros os exemplos colhidos do dia-a-dia: sinais de trânsito, limitações à construção e ao barulho etc. Trata-se apenas da conciliação da liberdade de cada um para propiciar a vida em comum, expressão mesmo do velho ditado popular de que “o seu direito começa onde o meu termina”. Mas isso é inteiramente distinto de quando o Estado, por eventuais maiorias legislativas ou voluntarismo de autoridades públicas no exercício transitório de cargos políticos ou de confiança, passa a querer impor a todas as pessoas comportamentos que julga ser melhores para eles, como se fossem todas crianças incapazes de discernir o que é melhor ou pior para si mesmas, querendo mesmo em alguns casos estorvar atividades econômicas perfeitamente lícitas. Nesses casos, o Estado não está apenas conciliando interesses potencialmente contraditórios, mas impondo determinad