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Mostrando postagens de Novembro 3, 2013

Renda e violência em alta nas regiões Norte e Nordeste do país

Nos estados com maior aumento em taxa de mortes não naturais, salários cresceram acima da média ANTÔNIO GOIS  ( EMAIL ) MARCELLE RIBEIRO  ( EMAIL ) Publicado: 20/07/13 -  19h00 Atualizado: 21/07/13 -  16h39 No grupo de dez estados que mais registraram aumento na taxa de mortes violentas, nove são do Norte e do Nordeste  O Globo RIO, SÃO PAULO E MACEIÓ - Entre 2001 e 2011, período em que estados das regiões Norte e Nordeste registraram aumento na renda per capita acima da média nacional, um efeito indesejado ocorreu: o crescimento das mortes violentas. Para especialistas, a causa dessa aparente contradição é que as mudanças sociais e econômicas não foram acompanhadas por estruturas de segurança pública de melhor qualidade. VEJA TAMBÉM Taxa de óbitos violentos não esclarecidos cai no Rio, mas estado tem a 2ª pior média do país Infográfico: Renda e violência em alta no Norte e Nordeste MG destoa da região Sudeste e vê índice de violência subir Mortes

Casos de estupros cresceram 18% no país, aponta Anuário Brasileiro de Segurança Pública

04/11/2013 - 12h03 Nacional Fernanda Cruz Repórter da Agência Brasil São Paulo – O número de estupros no Brasil subiu 18,17% em 2012, na comparação com o ano anterior, aponta o  7º Anuário Brasileiro de Segurança Pública , do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Em todo o país, foram registrados 50,6 mil casos, o correspondente a 26,1 estupros por grupo de 100 mil habitantes. Em 2011, a taxa era de 22,1. Os estados com as maiores taxas de estupro para cada 100 mil habitantes foram Roraima, Rondônia e Santa Catarina. As menores taxas, por sua vez, ocorreram na Paraíba, no Rio Grande do Norte e em Minas Gerais. O relatório completo será divulgado amanhã (5), em São Paulo. Segundo dados do documento, o total de estupros (50,6 mil casos) superou o de homicídios dolosos (com intenção de matar) no país. Foram registradas 47,1 mil mortes por homicídio doloso em 2012, subindo de 22,5 mortes por grupo de 100 mil habitantes em 2011, para 24,3 no ano passado, uma alta de 7

Renato Sérgio de Lima e Claudio Beato*: Um pacto pela reforma da segurança pública

Folha de SP On line 03.11.2013 Segurança pública ainda é um tema tabu no Brasil. Avançamos na construção de discursos baseados em princípios de direitos humanos e de cidadania, mas ainda convivemos com um modelo em que a ausência de reformas estruturais obstrui --em termos práticos e políticos-- a garantia da segurança pública verdadeiramente para todos. Os dados publicados na edição 2013 do Anuário Brasileiro de Segurança Pública reforçam a sensação de que vivemos em uma sociedade fraturada e com medo; aflita diante da possibilidade cotidiana de ser vítima e refém do crime e da violência. Não bastasse isso, nosso sistema de Justiça e segurança é ineficiente, paga mal aos policiais e convive com padrões operacionais inaceitáveis de letalidade e vitimização policial, com baixa taxa de esclarecimento de delitos. Sem falar nas precárias condições de encarceramento. Não conseguimos oferecer serviços de qualidade, reduzir a insegurança e aumentar a confiança nas ins