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Mostrando postagens de Abril 1, 2012

A crise constante da segurança pública

RENATO SÉRGIO DE LIMA TENDÊNCIAS/DEBATES Não basta melhorar o ensino policial, promover integração e mais equipamentos; há 25 anos esperamos o Congresso dizer o que devem fazer as polícias Encerrada a fase aguda que culminou nas greves de policiais antes do Carnaval, na Bahia e no Rio de Janeiro, o Brasil retoma a prática política de esquecimento dos problemas da segurança pública, relegando à própria sorte a população e as polícias, que continuam imersas em um cenário de intensas disputas políticas e institucionais. Mas isso não acontece sem consequências ou custos! Em termos econômicos, o Brasil gastou, em 2010, de acordo com o Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, aproximadamente R$ 50 bilhões apenas com segurança pública. Esse valor significa algo como 1,4% do nosso PIB e quase 9% do total de impostos arrecadados por municípios, Estados, Distrito Federal e União. Ou seja, nosso sistema é caro, ineficiente, capacita e paga mal os profissionais encarregados de manter a

México: "colapso institucional"

A América Latina sangrenta: El Salvador, Honduras, México, Brasil, Venezuela e Colômbia, países em estado de epidemia homicida. Acessando este link, você irá assistir a um excelente documentário sobre o México atual: Vitória do narco tráfico... http://www.youtube.com/watch?v=FYS9kMnbsek

Opinião do governador da Bahia, mas ele sabe que o Estado que administra é o mais violento do Nordeste?

Opinião, Folha de SP Jaques Wagner A vitória da democracia Na greve dos PMs da Bahia, evitamos um novo Eldorado dos Carajás ou um Carandiru; o corporativismo não pode afrontar os interesses coletivos Foi a vitória não do governo, mas da democracia. Ao final de 12 dias, às vésperas do Carnaval, a greve da Polícia Militar da Bahia terminou sem choques frontais entre as Forças Armadas e os integrantes de um movimento inconstitucional, amotinados na Assembleia Legislativa. Esse desfecho exprime a prática da política democrática, com firmeza de posicionamentos e, ao mesmo tempo, o exercício da autoridade. Foi a política, no sentido da mediação racional, que conferiu consistência ao uso adequado da força pelo Estado para proteger a população, conter a violência dos grevistas e assegurar o restabelecimento da ordem pública. Por que venceu a democracia? Primeiro, o governo não poderia se render a chantagem dos grevistas que provocaram medo na tentativa de alcançar os seus objetivos. Nã