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Mostrando postagens de Janeiro 19, 2014

Democracia e a incapacidade do estado em garantir direitos civis

Democracia e a incapacidade do estado em garantir direitos civis José Maria Nóbrega Jr., Jorge Zaverucha e Enivaldo Rocha [1] (Seção do artigo “Mortes por agressão em Pernambuco e no Brasil: um óbice para a consolidação da democracia” publicado na Revista de Sociologia e Política, vol.19 no.40 Curitiba Oct. 2011. http://www.scielo.br/pdf/rsocp/v19n40/05.pdf) Existem várias definições de democracia. Para todos os gostos. Inclusive há a tentação de achar-se que democracia consiste na confluência de todas as coisas boas, tal como fez-se, analogamente, com o conceito de socialismo nos anos 1960 e 1970 (ROEMER, 1999). A igualdade formal (procedimental) da democracia liberal pode servir de fachada para a manutenção de níveis substantivos de desigualdade e de violações de direitos civis. As desigualdades de riqueza e de poder impedem o alcance de igualdade nas oportunidades substantivas (COHEN, 1998). Por sua vez, a igualdade social sem liberdade política desemboca em ditaduras

O poder das instituições coercitivas no controle da violência

Número de mortes causadas por PMs é o menor em 15 anos em SP MARINA GAMA CUBAS DE SÃO PAULO 21/01/2014   03h00 (Folha de SP on line) m ano depois da resolução que recomenda a polícia a não socorrer feridos nas ruas e a aguardar atendimento especializado, as mortes causadas por policiais militares caíram 39% no Estado de São Paulo -atingindo o nível mais baixo em 15 anos. Em 2013, policiais militares mataram 335 pessoas em confrontos. No ano anterior, foram 546 mortes. Na capital paulista, a queda na chamada letalidade da polícia na comparação entre os dois últimos anos foi ainda mais acentuada, 47% –de 230 mortes para 121. Para a cúpula da secretaria, a resolução –conhecida no meio policial como a resolução 5– foi uma das medidas que contribuiu para a queda das mortes. Implantada no início de 2013, com o argumento oficial de garantir a feridos socorro profissional especializado, como o feito pelo Samu, ela também tinha o objetivo não declarado de reduzir mortes suspeitas

Ranking das cidades por números de homicídios na Paraíba

Por José Maria Nóbrega Jr. – Coordenador do NEVU e Professor Adjunto da UFCG Tabela. RANKING MUNICÍPIOS PARAIBANOS – VIOLÊNCIA – NÚMEROS ABSOLUTOS DE HOMICÍDIOS E TAXAS POR 100 MIL HABITANTES (2011) Coluna 1 (ranking por números absolutos de homicídios)                                                    Coluna 2 (ranking por taxas de homicídios) Cidades – Números Absolutos de Homicídios – População – Taxas por 100 mil          João Pessoa 556 733155 75,84 Cabedelo 79 59104 133,66 Campina Grande 178 387644 45,92 Quixabá 2 1730 115,61 Santa Rita 130 121166 107,29 Santa Rita 130 121166 107,29 Cabedelo 79 59104 133,66 Passagem 2 2253 88,77 Bayeux 64 100137 63,91 Caiçara 6 7212 83,19 Patos 50 101359 49,33 Conde 18 21783