Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de Setembro 5, 2010

A explosão de violência na Venezuela

CORREIOBRAZILIENSE • Brasília, quinta-feira, 9 de setembro de 2010 • Opinião • 23 » GLÁUCIO ARY DILLON SOARES Sociólogo, pesquisador da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj)   A violência na Venezuela, particularmente na área metropolitana de Caracas, continua chocando leigos e especialistas. É tão grande que virou matéria central do NewYork Times. O governo de Chávez tentou três tipos de justificativas: os dados estavam inflacionados; a violência cresceu antes; é alta, mas estamos conseguindo baixá-la. Nenhuma é verdadeira. Briceño Leon, um criminólogo sério, nos informa que a taxa nacional de homicídios naVenezuela é de 75 por 100 mil habitantes. Há poucos anos era de 49. Embora muitas pessoas que se dizem de esquerda (mas será que são mesmo?) não gostem deUribe e gostam de Chávez, precisam saber que, quando Uribe começou o seu mandato, a taxa colombiana era claramente superior à da venezuelana; hoje é menos da metade.Ocrédito não deve ser dado exclusivamente a Urib

Opinião/Especial para o Blog de Jamildo

Caso Tarsila e Eduarda e a filha do Serra. As instituições brasileiras: um óbice à consolidação da democracia POSTADO ÀS 19:30 EM 05 DE Setembro DE 2010 Por José Maria Nóbrega Pode existir democracia sem instituições políticas? O capital social no Brasil é forte o suficiente para legitimar as nossas instituições políticas? Neste artigo vou procurar responder estes dois importantes questionamentos. Uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) no início deste ano, mediu o índice de confiança na Justiça brasileira – chamado ICJBrasil. Nessa pesquisa os nordestinos aparecem como aqueles que mais desconfiam do Poder Judiciário. Mais de 79% dos soteropolitanos e 78,7% dos recifenses entrevistados pela pesquisa da FGV disseram duvidar da honestidade ou imparcialidade do Judiciário brasileiro. Mesmo em regiões mais desenvolvidas do país o resultado da desconfiança dos brasileiros em suas instituições jurídicas foi alarmante: em São Paulo 71,4% duvidam da honestidade d