Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de Julho 15, 2012

Projeto PIBIC "Panorama dos Homicídios nos Municípios Paraibanos" foi aprovado.

Projeto PIBIC "Panorama dos Homicídios nos Municípios Paraibanos" foi aprovado. A pesquisa vai fazer um levantamento geográfico-político-social dos homicídios nos municípios paraibanos, do mais populoso ao menos populoso, do mais pobre ao mais rico. Buscando, além da análise de sua dinâmica temporal, quais as possiveis causas para o crescimento ou decréscimo dos assassinatos. Qual o papel do estado e das políticas sociais. Ou seja, muito trabalho, mas o resultado uma verdadeira tese.

Homicídios de jovens colocam Espírito Santo mais uma vez no topo do ranking nacional

Lívia Francez  Um novo recorte do Mapa da Violência 2012 – Crianças e Adolescentes do Brasil, divulgado nesta quarta-feira (18), coloca o Espírito Santo novamente no topo de homicídios de jovens com idade entre 0 e 19 anos. Coordenado pelo sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, o estudo aponta que o Estado tem taxa de 33,8 homicídios de jovens por grupo de 100 mil e só perde para Alagoas, por apenas um ponto, que registra 34,8 homicídios por 100 mil. Os dados consolidados do Mapa da Violência são referentes a 2010, último ano do governo Paulo Hartung (PMDB).   A liderança do Estado no ranking também se reflete em outras categorias, como nos homicídios de mulheres, e não apresenta tendência de queda, já que o Estado figura no topo desde o início dos anos 2000 e, em vez de reduzirem as taxas de homicídios, elas estagnaram e chegam a ameaçar o primeiro lugar de Alagoas. A taxa de homicídios se refere somente ao segmento de 0 a 19 anos, que já representa um número de guerra civil. O r

Nordeste concentra capitais com as maiores taxas de homicídio no país

Por  André de Souza (andre.renato@bsb.oglobo.com.br)  |  Agência O Globo  –  5 horas atrás BRASÍLIA - Entre as capitais brasileiras, o Nordeste apresenta a pior situação no Mapa da Violência. A liderança na taxa de homicídios - 79,8 por 100 mil - é de Maceió. Em segundo lugar, vem uma capital do Sudeste, Vitória, com índice um pouco menor, de 76,8 por 100 mil. Em seguida, somente cidades nordestinas: João Pessoa (59,4), Salvador (58), Recife (41,8) e Fortaleza (41,1). No Rio de Janeiro, a cidade com maior índice de homicídios é Duque de Caxias, na Baixada Fluminense: 44,2 por 100 mil, na 25ª posição nacional. Entre as 100 mais violentas, há ainda Cabo Frio, Itaboraí, Niterói, Macaé, Itaguaí e Resende. O Rio se destaca negativamente no quesito "outros acidentes", que inclui, por exemplo, quedas, afogamento, choques elétricos, exposição ao fogo ou fumaça, fenômenos naturais, deixando de fora os acidentes de transporte. Niterói, tem o pior índice: 59,6 óbitos por 100

Prisões, privatização e padrinhos

Nos últimos dias, o "New York Times" publicou uma série de reportagens aterrorizantes sobre o sistema de casas de semi-internato de Nova Jersey -que serve como ala auxiliar, operada pelo setor privado, do sistema penitenciário estadual. A série é um modelo de jornalismo investigativo e todos deveriam ler esses artigos. Mas também é preciso que seja analisada como parte de um contexto mais amplo. Os horrores descritos são parte de um padrão mais amplo sob o qual funções do governo estão sendo a um só tempo privatizadas e degradadas. Vamos começar pelas casas de semi-internato. Em 2010, Chris Christie, o governador de Nova Jersey -que tem conexões pessoais com a Community Education Centers, a maior operadora dessas instalações, para a qual no passado trabalhou fazendo lobby-, descreveu as operações da empresa como "uma representação do que há de melhor no espírito humano". Mas as reportagens revelam, em lugar disso, algo mais próximo ao inferno -um sistema mal g