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Mostrando postagens de Abril 28, 2019

Democracia, violência e impunidade na América Latina

A Teoria Democrática Contemporânea tem o seu “divisor de águas” com a publicação do livro “Capitalismo, Socialismo e Democracia” de Joseph Schumpeter, em 1942. Nesta obra, mais especificamente nos três capítulos referentes à democracia, Schumpeter desconstruiu o conceito clássico de democracia participativa de Rousseau afirmando que tal conceito só existe no discurso pré-fabricado da propaganda político-eleitoral. Dali até hoje, a Teoria Política Contemporânea se dividiu entre os adeptos do chamado método democrático de Schumpeter, ou da visão minimalista da democracia, e os seus críticos. O método schumpeteriano influenciou autores como Robert Dahl e Anthony Downs que construíram bem-sucedidas edificações teóricas que sugeriam pesquisas empíricas no campo da política comparada. Principalmente Dahl, em sua obra clássica da Ciência Política Contemporânea, Poliarquia ( DAHL, Robert (2005). Poliarquia . Participação e Oposição. EDUSP) , se transformou no principal referencial