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Mostrando postagens de Abril 3, 2011

Eles odeiam indivíduos e, no fundo, passam a mão na cabeça dos assassinos

Opinião POSTADO ÀS 12:57 EM 09 DE Abril DE 2011 Por Reinaldo Azevedo, em seu blog Eu não posso crer que Dilma Rousseff, José Eduardo Cardozo e, sobretudo, José Sarney não tenham assistido “O Poderoso Chefão”, de Coppola. No filme três, Michael Corleone manda um de seus homens assassinar um rival. O pretexto da visita, claro, são os “negócios”. O sujeito chega e é rigorosamente revistado pelos capangas do outro. Tudo limpo. A conversa segue meio tensa. De súbito, o enviado de Michael se levanta, arranca os óculos do outro, quebra a haste e lhe enfia na carótida. Feito! Nas mãos de um psicopata ou de um assassino contumaz, até a Bíblia pode ser uma arma mortal. A depender da edição, pega-se o livro e se esmaga o crânio de terceiros. O que a tragédia do Rio tem a ver com a venda de armas? Nada! Absolutamente nada! Então por que essa conversa? Bem, meus caros, há dois motivos principais: um é raso; o outro, mais profundo. 1) É preciso dar alguma resposta, qualquer uma, mesmo a mais im

Dilma diz que País ''corrigiu'' caminho após regime militar

O Estado de S. Paulo 06 abril 2011 Em evento com as Forças Armadas, presidente enaltece democracia; por mudança no protocolo, militares não batem continência Leonencio Nossa / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo Em uma quebra de tradição militar, a presidente Dilma Rousseff não recebeu ontem continências durante solenidade de promoção de oficiais das Forças Armadas. Na cerimônia, no Salão Nobre do Planalto, os oficiais seguiram à risca pedido do próprio cerimonial do governo de não usar a continência como forma de deferência a Dilma, limitando-se ao aperto de mãos. A norma do cerimonial que dispensa a continência a oficiais promovidos foi publicada em dezembro do ano passado, pouco após a eleição de Dilma. Num discurso lido e calculado, a presidente ignorou o debate sobre violações dos direitos humanos nos anos do regime militar (1964-1985) e não permitiu imagens do momento em que recebeu as insígnias da Ordem da Defesa, maior comenda da área. Dilma, porém, em frases endereçadas aos o

Com a chancela da PF

O Estado de S. Paulo, 05 abril 2011 05 de abril de 2011 0h 00 Dora Kramer - O Estado de S.Paulo O relatório final da Polícia Federal com o resultado das investigações sobre o escândalo do mensalão, entregue ao Supremo Tribunal Federal em fevereiro e divulgado pela revista Época no fim de semana, é detalhado e não deixa margem a dúvidas. Entre 2003 a 2005 funcionou no Brasil um esquema tão amplo quanto intrincado de captação e distribuição ilegal de dinheiro público e privado para abastecer uma rede de interesses do governo Luiz Inácio da Silva: políticos, empresariais, todos irrigados pelo sistema que ficou conhecido como valerioduto por ser operado pelo mineiro Marcos Valério. A versão de que nada houve além de crime eleitoral já havia sido desmontada durante os trabalhos da CPI, confirmada pelo receio do governo de que Lula poderia sofrer impedimento se a oposição não recuasse (como recuou) e corroborada pela denúncia da Procuradoria-Geral da República aceita em 2007 pelo Suprem