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Mostrando postagens de Março 13, 2011

QUEM VAI SER ASSASSINADO?

CORREIO BRAZILIENSE • Brasília, sábado, 12 de março de 2011 • Opinião • 15 GLÁUCIO SOARES Pesquisador do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) As mortes violentas, incluindo os homicídios, têm características contraditórias: no agregado, são previsíveis; no nível individual, não o são. É mais fácil prever a taxa de um gênero, de uma raça ou de uma faixa etária do que uma morte individual.  A impossibilidade de prever eventos individuais nos remete ao estudo do risco. O risco de vitimização varia muito na sociedade brasileira. Há categorias de alto e de baixo riscos. Uma análise combinatória das variáveis associadas com o risco aumenta as diferenças entre os extremos. Por exemplo, em Minas Gerais, a probabilidade de um homem ser assassinado era mais de nove vezes a probabilidade de uma mulher ser assassinada — 9,21, para ser exato. A razão de risco de vitimização entre homens e mulheres em 2001 era alta, próxima da média brasileira.

PESQUISA CNI: SEGURANÇA REPROVADA PELA POPULAÇÃO

Basta de impostos Atenção, Eduardo Campos. Atenção, Dilma. Brasileiros reprovam criação de impostos para manter a saúde POSTADO ÀS 11:47 EM 16 DE Março DE 2011 (BLOG DE JAMILDO) Dois em cada grupo de três brasileiros são contrários à criação ou ao aumento dos impostos para melhorar os serviços de saúde. E mais: 72% da população desaprovam o retorno da Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira (CPMF). A avaliação dos brasileiros em relação aos impostos está na pesquisa Retratos da sociedade brasileira: qualidade dos serviços públicos e tributação, divulgada nesta quarta-feira, 16 de março, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Para 81% dos entrevistados, a baixa qualidade dos serviços de saúde é resultado da má-utilização dos recursos públicos. “A maioria dos brasileiros acredita que o governo já arrecada muito e não precisa aumentar os impostos para melhorar os serviços públicos”, diz o estudo. A população afirma, ainda, que não há necessidade de aumento de im

EM BAYEUX

Matéria do Jornal da Paraíba mostra preocupação da população sobre a violência crescente na cidade de Bayeux, região metropolitana da Paraíba. Bayeux teve a segunda maior taxa de homicídios do estado em 2009, 83 por cem mil habitantes. MORADORES QUEREM MAIS POLÍCIA NA RUA Da Redação do Jornal da Paraíba, 16 de março de 2011 Os vereadores da Câmara Municipal de Bayeux, agentes de segurança do município e do Estado participaram ontem de uma audiência para discutir o problema da violência na cidade. A polícia registrou um índice alto de homicídio pelo número de habitantes. Uma das medidas sugeridas na reunião para resolver o problema é aumentar o número de policiais nos horários críticos. Outra sugestão exposta na reunião foi estipular um horário para o fechamento dos bares no município. Segundo o presidente da Câmara, Roni Alencar (PMN), a medida foi eficaz na cidade de Santa Rita, Grande João Pessoa, que apresentou redução no índice de violência no local. "Ainda vamos entrar em