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Mostrando postagens de Fevereiro 5, 2012

Relação civil-militar no Brasil: um tema ainda não superado

Uma breve reflexão. Por José Maria Nóbrega Jr. – Professor da UFCG/CDSA, Doutor em Ciência Política Em regimes políticos democráticos, além das eleições com os requisitos dahlsianos e schumpeterianos, é fundamental o controle dos civis eleitos pelo povo, sob os militares. O que enxergamos na atual conjuntura da (in)segurança pública brasileira é justamente a falta deste controle em relação aos militares estaduais (polícias militares). A greve da PM da Bahia e, agora, no Rio de Janeiro, mostra a fragilidade do controle civil sobre os seus militares a nível estadual. Em poucos dias, em Salvador, ocorreram mais de 110 assassinatos. Esta situação pode ser chamada de “estado de guerra de todos contra todos”, levando os indivíduos a agirem de forma extrema numa situação de grande desconfiança. Sem a polícia na rua o que impera é o estado hobbesiano. O mais dramático, é que a greve vem sendo utilizada como pressão de alguns atores políticos debelados dentro das instituições policiais, com

Homicídios caem 10% de um ano para o outro no Rio de Janeiro, causa: POLÍTICAS PÚBLICAS EM SEGURANÇA

O número de homicídios dolosos no estado caiu 10,1% em 2011, em comparação com o ano anterior. O anúncio foi feito ontem pela Secretaria de Segurança. A queda ficou acima da expectativa do próprio governo, superando o marco inicialmente previsto para 2011 e alcançando a meta estabelecida para 2012. Foram registradas 4.286 mortes en 2011, contra 4.767 no ano anterior. Na comparação com 2006 (início do governo Sérgio Cabral), os índices são ainda mais animadores: o número de homicídios caiu de 6.323 para 4.286 no ano passado, uma queda de 32,2%. Ainda na comparação entre 2011 e 2010, foram registrados menos 13.524 roubos (uma redução de 11,2%), o menor número em dez anos. Foram superadas ainda as metas de roubos de rua (a soma dos assaltos a transeuntes, em coletivos e de roubos de celulares), que caíram 15,2%, e de roubos de veículos, que diminuíram 6,3%. Nos dois casos, as metas alcançaram os números projetados para 2014. Cinco indicadores registraram alta: sequestro- relâmpago (62,5

74 homicídios computados em Salvador, saques e terror na falta de segurança pública na Bahia

A Bahia é o Estado mais violento em números absolutos de homicídios na região Nordeste. O atual quadro de epidemia homicida tem na falta de segurança pública efetiva e eficaz seu principal combustível. http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1044239-homicidios-chegam-a-74-na-regiao-de-salvador-durante-greve-da-pm.shtml