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Mostrando postagens de Novembro 6, 2011

Traficante Nem diz que metade do que faturava com drogas ia para policiais, diz jornal

Do UOL Notícias* Em São Paulo   O traficante Antônio Bonfim Lopes, o Nem, preso na madrugada de ontem (10) durante operação policial na favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, disse em depoimento na sede da Polícia Federal que metade do que faturava com a venda de drogas era entregue a policiais civis e militares, segundo reportagem do jornal carioca "O Globo". O traficante disse também que a propina tinha como destino final uma série de agentes públicos e que teve lucro zero em determinados períodos por causa da frequência de pagamentos. Segundo estimativas da Polícia Civil, não confirmadas no depoimento, o traficante faturava mais de R$ 100 milhões por ano. O traficante contou no depoimento que uma parte do seu lucro com a venda de drogas era usado para ajudar moradores da Rocinha, com pagamento de enterros, fornecimento de cestas básicas, compra de remédios e realização de obras. "Quando me pediam, eu comprava tijolos e financiava a construção de casas na comunidade&q

JP já é a 3ª capital mais violenta do Brasil; especialista prevê: tráfico e mortes vão ampliar; ouça

Correio da Paraíba (on line) João Pessoa é a terceira capital mais violenta do Brasil. O número de homicídios por cada grupo de cem mil habitantes já é três vezes superior ao tolerado pela Organização das Nações Unidas – ONU. Ouça declarações ( http://www.portalcorreio.com.br/videos/player.asp?objectGalleryId=11&objectId=89620&objectDescription=Ouça declarações) Leia mais: Corregedor da PC do Rio de Janeiro revela: Paraíba era rota de fuga do megatraficante Nem No final de 2010, a taxa da Capital atingiu a proporção de 68 homicídios por 100 mil habitantes. Ele avisa: a tendência é ampliar o número de homicídios na região metropolitana da Capital e nas maiores cidades do Estado. O crescimento, segundo explicou, é ancorado pela expansão do tráfico de drogas, proporcionado pela migração do narcotráfico para o Nordeste, até então concentrado no eixo Sul-Sudeste. “A questão da migração é muito séria e há muito tempo deixou de ser uma hipótese provável para se transformar em

Falta de juízo

HÉLIO SCHWARTSMAN (Folha On Line) SÃO PAULO - Jovens que se metem em encrencas com a lei, como os alunos da USP, até que sabem o que fazem. O problema é que, mesmo reconhecendo as implicações potenciais de seus atos, optam por ir em frente e correr o risco. A neurociência explica o fenômeno com base no que chama de assincronia do desenvolvimento cerebral. Trocando em miúdos, a maturação das estruturas ocorre de trás para a frente, de modo que a última região a "ficar pronta" é o córtex pré-frontal, área responsável por planejar o futuro, tomar decisões complexas e controlar a impulsividade, entre outras funções essenciais para a vida em sociedade. O pré-frontal não amadurece antes da terceira década de vida, lá pelos 25 anos. Isso significa que jovens podem se parecer e até falar como adultos, mas não agem como eles. Comprovam-no as estatísticas de criminalidade, segundo as quais a esmagadora maioria dos delitos é cometida por homens na faixa dos 15 aos 29 anos. Daí não

Pesquisa mostra que consumo de crack começa a substituir o de bebidas alcoólicas

Daniella Jinkings Da Agência Brasil Brasília (UOL Notícias, 07 de novembro) A facilidade de acesso e o baixo custo do crack estão fazendo com que a droga se alastre pelo país. Uma pesquisa divulgada hoje (7) pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) revela que o crack está substituindo o álcool nos municípios de pequeno porte e áreas rurais. Nos grandes centros, uma pedra de crack custa menos de R$ 5. Dentre os 4,4 mil municípios pesquisados, 89,4% indicaram que enfrentam problemas com a circulação de drogas em seu território e 93,9% com o consumo. O uso de crack é algo comum em 90,7% dos municípios. “Verificamos que o uso de crack se alastrou por todas as camadas da sociedade, a droga que, em princípio, era consumida por pessoas de baixa renda, disseminou-se por todas as classes sociais”, aponta a pesquisa. O custo efetivo das ações de combate ao crack e outras drogas nos municípios chega a mais de R$ 2,5 milhões. De acordo com o CNM, faltam profissionais