Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de Janeiro 8, 2012

A MAIORIA DOS LATINO-AMERICANOS NÃO CONFIA NA POLÍCIA

Por José Maria Nóbrega – Cientista Político, Professor Adjunto da Universidade Federal de Campina Grande (www.josemarianobrega.blogspot.com) O Estado de Direito Democrático é um dos principais pilares da Democracia Contemporânea. Um regime político democrático pressupõe direitos iguais, acesso à Justiça igualitária e instituições sólidas e confiáveis. Nos países latino-americanos isto é uma exceção. Em pesquisa de opinião efetuada pela ONG Latinobarómetro, exatos 57,5% dos brasileiros tem pouca ou nenhuma confiança na polícia, sendo praticamente regra nos outros países pesquisados (Cf. Tabela1). TABELA 1. Quanta confiança você deposita na polícia? Fonte: O´DONNEL (2010: p. 183) retirado da pesquisa efetuada em 2006 pelo Latinobarómetro. O estado, de uma forma geral, tem pouca credibilidade para os latino-americanos. A realidade atual da América Latina mostra que estados pouco eficientes, com baixos níveis de efetividade, credibilidade e filtragem pode existir com eleições razoavel

SECRETÁRIO DE SEGURANÇA PÚBLICA DA PARAÍBA AFIRMA SER MENTIRA OS DADOS DE VIOLÊNCIA DO ESTADO

A afirmação do Secretário de Segurança Pública da Paraíba reflete o estado de desinformação do órgão perante o problema da violência. Sr. Secretário, vá estudar!! É lamentável!! Secretário diz que números sobre violência na PB não passam de ‘mentira’ retirado de http://expressopb.com/2011/11/secretario-diz-que-numeros-sobre-violencia-na-pb-nao-passam-de-%E2%80%98mentira%E2%80%99/   O secretário de Segurança Pública do Estado da Paraíba, Claudio Lima rebateu na tarde desta quinta-feira (24) os dados da ONG Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que colocou a Paraíba como o segundo estado mais violento do país. “Isso é uma mentira”, disse Claudio Lima ao rebater as informações publicadas na mídia. Para ele, os dados vieram para tentar desacreditar o Nordeste ao colocar os estados da região como mais violento que outras regiões do país. “A Paraíba não é o melhor lugar, mas, também não é o primeiro lugar do Brasil em violência não”, disparou Claudio Lima em entrevista ao Correio Deba

ARTIGO PUBLICADO NA REVISTA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-44782011000300005&lng=en&nrm=iso&tlng=pt http://dx.doi.org/10.1590/S0104-44782011000300005 DOSSIÊ "CRIME, SEGURANÇA E INSTITUIÇÕES ESTATAIS: PROBLEMAS E PERSPECTIVAS" Mortes por agressão em Pernambuco e no Brasil: um óbice para a consolidação da democracia RESUMO No Brasil as taxas de homicídios alcançaram índices alarmantes. A maioria das análises em Ciência Política negligencia a relação entre violência e qualidade da democracia. O Index of Democracy do The Economist Unit (2008) avaliou o Brasil como sendo um país de elevada pontuação no indicador de liberdades civis. Levou em consideração aspectos dos direitos civis que ignoram os homicídios. Isso fez com que a conceituada revista inglesa chegasse à equivocada conclusão que o Brasil teria níveis de direitos civis acima de países como os Estados Unidos e o Reino Unido. O cerne deste trabalho está em analisar a qualidade da democracia brasileir

GREVE DA POLÍCIA CIVIL NO CEARÁ: INEFICÁCIA INSTITUCIONAL

Retirado do site da Revista Veja CE: mediadores tentam encerrar greve da Polícia Civil Paralisação completa uma semana nesta quarta; apenas seis delegacias da Região Metropolitana estão funcionando e há dificuldade no atendimento Rita de Sousa Para tentar costurar um acordo entre o governo do Ceará e os policiais civis do estado, que seguem em greve desde a madrugada de 4 de janeiro, o time de mediadores foi reforçado, nesta terça-feira, com a chegada de representantes de sindicatos ligados à categoria e de integrantes de órgãos como Procuradoria Geral de Justiça, Defensoria Pública e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Políticos e religiosos locais atuam nas negociações desde a semana passada. Embalados pela paralisação da Polícia Militar, que resultou em aumento salarial, os agentes da Polícia Civil iniciaram uma greve logo depois. Cerca de 2.000 homens da Força Nacional de Segurança e das Forças Armadas, que já estavam em Fortaleza durante o movimento da PM, passaram a fazer