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Mostrando postagens de Agosto 26, 2012

Cidade questiona fama de "capital da morte", mas tem violência como mote eleitoral

Mapa aponta taxa de homicídios 4 vezes maior do que a média nacional Carlos Madeiro, Fabrício Venâncio, Leandro Moraes e Noelle Marques ( http://eleicoes.uol.com.br/2012/uol-pelo-brasil/2012/08/30/lider-em-assassinatos-no-pais-simoes-filho-ba-questiona-fama-de-capital-da-morte-mas-tem-violencia-como-mote-eleitoral.htm ) Considerada a cidade com mais homicídios do país, segundo o estudo Mapa da Violência 2012, o município convive com a incômoda fama de "capital da morte". A população cobra mais investimentos para tentar impedir a ação de criminosos. Enquanto isso, candidatos fazem promessas  que têm objetivo diminuir a taxa de assassinatos. No Mapa da Violência 2012, o município de Simões Filho, na região metropolitana de Salvador, aparece com a maior taxa de homicídios do país. Com 118 mil habitantes, a cidade registrou, em 2010, índice de 146 assassinatos por cada 100 mil, quase seis vezes mais que a média nacional (de 26,2 por 100 mil) e mais que o dobro d

Apenas o Rio separa nas estatísticas os encontros de cadáver e ossada

Paola Serra - Jornal Extra  A Secretaria estadual de Segurança do Rio tem comemorado a diminuição expressiva dos homicídios dolosos (quando há intenção de matar) no estado — julho apresentou a menor taxa desde 1991. Além disso, o chamado índice de letalidade violenta — que inclui homicídio doloso, roubo seguido de morte, mortes em confronto com a polícia (o chamado auto de resistência) e lesão corporal seguida de morte — também caiu: foram 2.767 vítimas de janeiro a julho de 2012, contra 3.084 no mesmo período do ano passado. Mas há outros índices relativos a morte escondidos nas estatísticas: os encontros de ossadas e de cadáveres já somam 334 ocorrências até julho deste ano, número equivalente a 13,9% dos homicídios ocorridos em 2012. São índices que apenas o Rio divulga em separado. São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Sul também divulgam estatísticas de criminalidade, mas não separam os números de corpos e ossadas encontrados. Para Jo